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Quixadá: Revitalização do esporte de aventura


Image-0-Artigo-1841454-1Promotores e pilotos de voo livre pretendem fazer essa modalidade de esportes de aventura decolar novamente, literalmente, em Quixadá, cidade cearense conhecida internacionalmente como o "Havaí do Voo Livre". Um experiente voador, considerado um dos pioneiros no Ceará, Paulo Rocha, é quem anuncia a novidade. A Via Sertão, uma microempresa especializada em eventos dessa natureza, assumiu a administração da rampa da Serra do Urucum, ao lado do Santuário de Nossa Senhora Imaculada Rainha do Sertão. Agora busca parceiros para alavancar a prática no Estado e atrair esportistas de todos os cantos do mundo, o ano todo. Continua>>>


Copa do Brasil: Cruzeiro teve o que mereceu

por Scott Moore - Diário do Centro do Mundo

Vocês com certeza conhecem a série Breaking Bad. A música que encerra a saga de Walt é de uma sabedoria fulgurante. “Sim, acho que recebi o que merecia”, diz a letra.
Não há lamúrias, não há autocomiseração, não há desculpas. Na letra, o sujeito aceita o preço pelas besteiras que fez, assim como Walt na história.
Pois eu digo o seguinte: o Cruzeiro teve o que mereceu na derrota na final de hoje contra o rival Atlético Mineiro.
Um clube que obriga os torcedores rivais a pagar 1 000 reais por um ingresso revela uma mesquinharia, uma pequenez de espírito patética.
Tamanha falta de caráter tinha mesmo que ser punida como foi: uma surra exemplar num estádio monopolizado por uma só torcida.
Tenho arrepios quando ouço alguém falar nos Deuses do Estádio. Não acredito nisso. Mas respeito Supernatural Jones, o personagem de Nelson Rodrigues que me foi apresentado por Boss.
Tenho para mim que Supernatural – ou Sobrenatural de Almeida, como preferirem – se infiltrou entre os torcedores do Cruzeiro e ali, como um espião com poderes especiais, manejou os cordéis que foram dar no título do Cock. (Nota da tradutora: Galo.)
Ladies & Gentlemen: Boss ficou feliz com a derrota do Cruzeiro por outros motivos. Não entendi direito, mas ele falou num Dustcopter, ou coisa parecida. (Nota da tradutora: Helicóptero do Pó.)
Mas Boss com suas razões e eu com as minhas.
Só eu vi o jogo em Londres, até pelo horário: aqui, era meia noite quando ele começou.
Mas, em minha solidão intransponível, me senti no meio da pequena torcida do Cock que teve os meios para vencer a ultrajante barreira imposta pelo Cruzeiro.
Antes de dormir, ponho para tocar a grande música de Breaking Bad. Canto junto o primeiro verso.
Guess I got what I deserved.
O Cruzeiro teve o que mereceu.


Sincerely.
Scott
Tradução: Erika Kazumi Nakamura
(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).
Sobre o Autor
Aos 53 anos, o jornalista inglês Scott Moore passou toda a sua vida adulta amargurado com o jejum do Manchester City, seu amado time, na Premier League. Para piorar o ressentimento, ele ainda precisou assistir ao rival United conquistando 12 títulos neste período de seca. Revigorado com a vitória dos Blues nesta temporada, depois de 44 anos na fila, Scott voltou a acreditar no futebol e agora traz sua paixão às páginas do Diário

Papo de homem: sobre games, esportes e essa vida que levamos tão a sério

Segundo a Wikipedia em português, um jogo é uma atividade lúdica na qual indivíduos assumem o papel de um praticante de uma determinada atividade. Nesta prática arbitrária, eles ficam submetidos a uma série de regras igualmente arbitrárias e condições específicas de vitória ou derrota.

São essas regras e condições que, uma vez aceitas, criam o universo (ou bolha) de jogo.

Dependendo do jogo, o praticante poderá agir sozinho, cooperar e/ou competir com outros jogadores para obter a vitória. Nessa brincadeira cria-se, em maior ou menor grau, algum tipo de estimulação física, intelectual e emocional em seus praticantes.

Essa estimulação seja talvez a única coisa que “sobre” das bolhas, uma vez que elas sejam desfeitas. É o que fica depois do jogo.

Repare que a definição é bem abrangente. Virtualmente, qualquer coisa da vida pode descambar pra um jogo: uma relação afetiva não muito bem conduzida, um ethos profissional fora de controle, um jogo de frescobol no qual as pessoas consigam manter a bola no ar por três horas, etc.

O mais importante: qualquer um pode inventar um jogo, a qualquer momento. Tanto faz se é um indivíduo querendo se divertir de forma inusitada ou se é um CNPJ querendo criar um novo produto para o mercado de entretenimento.

A definição de esporte
1 Passatempo, divertimento: Ele faz isso por esporte. 2 Prática metódica de exercícios físicos, que consistem geralmente em jogos competitivos entre pessoas, ou grupos de pessoas, organizados em partidos; desporto. Há esportes terrestres, como o futebol, e aquáticos, como o iatismo. Var: desporte, desporto.

Segundo o dicionário Michaelis, um esporte seria um jogo de caráter competitivo que envolva necessariamente atividade física, praticado por indivíduos ou grupos. Nesse aspecto, xadrez não poderia ser considerado um esporte. A caça, por outro lado, poderia ser considerada um esporte (tanto que é chamada de blood sport pelos anglófonos), a despeito de toda controvérsia e violência envolvida com este tipo de prática.

Há, entretanto, outras definições correntes de uso do termo. Uma denota jogos que possuam uma instituição que os organize e regulamente. Segundo esta outra definição, o xadrez é um esporte tão legítimo quanto o futebol, por ter uma organização que defina como, quando e em que termos aconteçam as competições oficiais. Por outro lado, o jogo de taco, mau-mau, truco ou de frescobol seriam apenas jogos.

Independentemente da modalidade esportiva, e mesmo possuindo uma comunidade organizadora, o esporte precisa ter nascido anonimamente de dentro do povo, sem ter um criador específico e sendo moldado ao longo do tempo pela comunidade de praticantes.

Dentre outras coisas, é por isso que o futebol é considerado jogo e esporte, mas um FIFA 2000 é considerado somente um jogo.

Certo?

Corta para 2014
Entre os dias 21 e 27 de agosto desse ano tivemos o Mundial de League of Legends, sediado na Coréia do Sul, ao melhor estilo Copa do Mundo, com várias cidades recebendo os jogos para as etapas classificatórias e eliminatórias.

A cifras do jogo impressionam: um milhão de dólares para a equipe que ficar em primeiro lugar no torneio, estádios gigantescos lotados de fãs, times profissionais patrocinados por marcas de eletrônicos, um monte de ligas diferentes, em vários países (principalmente da Ásia), shows de grande porte durante os torneios e transmissão dos jogos narrada e comentada pela TV (por canais especializados, tipo ESPN dos games) e pela Web.

E estamos falando apenas de um único jogo de PC.

Já faz tempo que os jogos de computador ganharam os nossos corações, mentes e o mercado. Em algum momento, eles receberiam mais popularidade que muito esporte tradicional, a ponto de se organizarem em práticas e competições similares. Não por acaso receberam a alcunha de e-sport.

Campeonato mundial de Pokémon, 2012. Uma franquia de quase vinte anos com torneios profissionais
Controvérsia
Mas então, o que definiria o esporte? Jogos são esportes? E esporte cuja atividade física se resume a clique de mouse e teclado? E esse questionamento é mesmo importante?

Por um lado, os entusiastas dos esportes tradicionais argumentam que, em 99% dos casos, jogos eletrônicos são produtos feitos por empresas, visando a comercialização e o lucro. Nesse caso, teríamos uma única empresa controlando toda uma modalidade esportiva segundo seus próprios interesses, que nem sempre estariam alinhados com os dos jogadores. De fato, pra quem está acostumado a acompanhar o campeonato brasileiro, o UFC ou a F1, fica difícil ver um torneio de arena de WoW da mesma forma.

Defense of the Ancients, ou DotA. É o precursor do League of Legends. Surgiu como um MoD do antigo Warcraft III, feito por um jogador, usando o editor de mapas que vinha com o jogo, e virou febre entre os gamers de PC. Eventualmente, a Blizzard – fabricante – e o criador do jogo tiveram um embate judicial para decidir quem era o dono do jogo: se era a comunidade de jogadores, que jogava e criava versões do DotA, ou a Blizzard, dona da engine do jogo.

Por outro lado, não há garantias de que um esporte considerado legítimo seja intrinsecamente melhor, mais idôneo ou mais justo do que um jogo fabricado, mesmo sob o controle de uma organização. Vide a FIFA, que controla um esporte ancestral de domínio público mundial com mão de ferro, ao ponto de influenciar a economia e a política de países inteiros durante as Copas.

Neste caso, empresas teriam a vantagem de lutar para garantir que seu produto continue popular e interessante. Se aos fanáticos por futebol só resta manifestar ojeriza à FIFA e à CBF, os fãs de jogos , de tempos em tempos, tem motivos para manifestar gratidão pelas empresas e designers que criam seus jogos favoritos (não sem flamar e trollar antes).

É o caso, por exemplo, da Riot Games, fabricante do League of Legends, que recentemente encomendou uma pesquisa gigante para mapear e lidar com o comportamento tóxico de uma grande parcela de seus jogadores, após perceber que a experiência do jogo estava sendo comprometida pelas atitudes dos próprios jogadores.

Pois é: vivemos uma época em que game studios se preocupam mais com o fair play e a felicidade dos jogadores do que os grandes comitês desportivos.

Poderíamos pensar que tudo isso acontece única e exclusivamente em função do lucro dessas empresas, e que tudo não passa de uma jogada de marketing. Mas se é assim mesmo, porque os comitês esportivos (COI, FIFA, etc.) não fazem o mesmo pelo bem dos próprios negócios?

Comportamento tóxico, um problema social bastante sério entre gamers, que saiu completamente de controle nos jogos de LoL
O que nos une
Eu prefiro pensar que qualquer forma de atividade lúdica (e pode botar aí virtualmente qualquer jogo ou prática) solicita um determinado tipo de engajamento de nossa atenção, nossa energia, nossas capacidades e habilidades. É o estímulo que nos atrai aos jogos, e é o que sobra depois que eles terminam, ganhando, perdendo ou ficando do lado de fora observando e torcendo. Isso e as histórias que sobram para contarmos depois.

Desse engajamento decorrem as criações de estratégias, táticas e esforços para entender o jogo e desenvolver determinadas expertises, visões e linguagens. A priori, são essas coisas que as práticas nos oferecem, e que nem sempre estão disponíveis de imediato na nossa vida cotidiana.

Nesse aspecto, podemos escolher práticas e jogos que nos possibilitem em áreas específicas.

Também jogamos por pura zuera e diversão. Neste caso, entretanto, o que acontece no jogo, fica no jogo.

Jogos nos permitem sair das nossas realidades habituais e nos tornarmos algo diferente. Isso pode se tornar algum tipo de prisão, mas se for feito direito, pode apontar para a saída das prisões da nossa vida habitual.

Todos os jogos, em maior ou menor grau, tem todos esses elementos. Talvez a diferença mais drástica, que ajuda a criar uma sensação de separação entre os jogos, seja a sua estética: é difícil olhar pra um jogador de basquete profissional e reconhecer nele similaridades com o jogador de algum jogo online, ainda que eles vivam situações parecidas.

O jogador precisa se entender com uma galera que veio de outras culturas, fala outras línguas e tem outras visões sobre o mundo e sobre a vida. E dentro do jogo, precisa agir cooperativamente enquanto se livra do time rival. De tempos em tempos, fala meia dúzia de impropérios para os companheiros de time ou para os adversários. Poderia ser CoD, DotA, um MMO qualquer, etc.

Jogos são um âmbito importante da cultura, justamente por serem a forma mais explícita e óbvia de manifestarmos nossas ludicidade e dar vida a coisas que não existem objetivamente. Não se engane: fazemos isso absolutamente todo o tempo, em infinitas instâncias sociais.

Os jogos só são mais eficientes em esfregar isso na nossa cara. Mesmo assim, nem sempre percebemos isso.

Rafa Monteiro
Músico, nerd, gamer. Tem 29 anos, mas ainda não aprendeu a mentir. Conta piadas hediondas de efeito moral. Seu projeto de vida é tirar um ano sabático para viajar pelo mundo, palestrar no TED e zerar sua Fender Strato no hard. Tem um blog sobre guitarrismos com tiragem devezemquandenal. No twitter: @_rafa_monteiro_


Muricy é o preferido para ser o novo técnico da seleção brasileira, aponta *Ibope

Técnico do São Paulo tem 25% de preferência. Zico aparece em segundo com 20%

O técnico Muricy é o preferido da torcida para assumir a Seleção após a saída de Luiz Felipe Scolari, segundo pesquisa realizada pelo Ibop entre os dias 14/15 e 16 de julho, em 333 municípios brasileiros, com 7.777 entrevistados (não existe margem de erro).




O treinador do São Paulo alcançou 25%% da preferência em uma lista que tinha outros oito nomes:

Zico, Tite, Vanderlei Luxemburgo, Carlos Alberto Parreira, Mano Menezes, Marcelo Oliveira e Cuca.

*Instituto Briguilino de Opinião Pessoal

Ricardo Kotschvo - Mudaram o Não vai ter Copa pelo Não vai ter Hexa

:
O jornalista Ricardo Kotschvo mostra que o pig e seus coxinhas amestrados mudaram o discurso, como o #NãovaiterCopa foi desmentido, já mudaram para o #Nãovaiterhexa

Eles não esquecem, não perdoam e não aprendem. E não desistem. Para a nossa mídia familiar e os coxinhas tucanos da elite que vão aos estádios da Copa, como mostra a Folha deste domingo, o Brasil simplesmente não pode dar certo, nem dentro nem fora do campo.

A FIFA se cansa das mentiras da mídia e da oposição brasileira e desmente uma a uma

1. A Fifa não gastou um real com a Copa no Brasil
A entidade cobriu todos os custos operacionais do evento, de cerca de US$ 2 bilhões. "Nós não usamos nada de dinheiro público para isso, só usamos dinheiro gerado pela venda dos direitos de TV e comercialização da Copa do Mundo", afirma a Fifa. 
Sobre os investimentos feitos pelo governo brasileiro, a Fifa se defende dizendo que nem todos estão relacionados à Copa e que o país vai se beneficiar por muitos anos das melhorias. 
2. O dinheiro para os estádios foram retirados da Saúde e da Educação
A Fifa rebate as críticas de que os 12 estádios construídos ou reformados teriam tirado verba da educação e da saúde brasileira. "A presidente Dilma Rousseff, falando duas semanas antes da Copa do Mundo, salientou que o orçamento do Estado para a educação e a saúde não será afetado pelos empréstimos do BNDES para os estádios (apenas 0,16 por cento do PIB do Brasil)
3. A Fifa mandou o Brasil construir 12 estádios caros
Segundo a entidade, cabe a cada país escolher se quer usar 8, 10 ou 12 estádios. E o Brasil escolheu ter 12. A Fifa diz que apenas estabelece algumas diretrizes básicas a serem seguidas para que os estádios atendam às necessidades e expectativas das equipes, de segurança e dos meios de comunicação. 
4. Os ingressos são tão caros que a maioria dos brasileiros não pode pagar
"Em comparação a outros grandes eventos (Jogos Olímpicos, Fórmula 1, torneios de tênis, shows de música pop, etc), há muitos ingressos baratos para a Copa do Mundo", diz a Fifa. 
A entidade diz que para os jogos da fase de grupos havia bilhetes a venda por 15 dólares. Além disso, a Fifa diz ter dado gratuitamente 100 mil bilhetes para os construtores que trabalharam nos estádios, "bem como para as pessoas socialmente desfavorecidas".
5. FIFA exige isenção fiscal total para seus patrocinadores, o que significa que o país anfitrião não ganha nenhum dinheiro
A entidade diz não fazer nenhuma demanda de isenção fiscal geral para patrocinadores e fornecedores, ou para qualquer outra atividade comercial no país anfitrião.
"A Fifa só exige uma flexibilização dos procedimentos aduaneiros para alguns materiais que precisam ser importados para a organização da Copa do Mundo e que não estão à venda no país de acolhimento (por exemplo, computadores a serem utilizados pela Fifa), placas de publicidade eletrônica e a importação de bolas de futebol a serem utilizados durante a Copa e em seguida reexportados ou doados para uma instituição ligada ao esporte no país."
6. A Fifa só quer lucrar e não se importa com mais nada
"A Fifa é uma associação de associações com fins não comerciais, sem fins lucrativos e que utiliza seus recursos para alcanças seus objetivos estatutários, que incluem o desenvolvimento do jogo de futebol ao redor do mundo", diz a entidade. A Fifa diz gastar 550 mil dólares no desenvolvimento do futebol em todo o mundo.
7. O país sede é deixado sozinho para lidar com seus problemas sociais, econômicos e ambientais
A entidade diz estar "plenamente consciente da - e aceita totalmente - sua responsabilidade social como parte da Copa do Mundo", diz.
"A Fifa anunciou uma estratégia completa de sustentabilidade há quase dois anos, com foco em estádios ecológicos, gestão de resíduos, poio da comunidade, redução e compensação de emissões de CO2, energias renováveis​​, mudanças climáticas e transferência de conhecimento. Além disso, a Fifa ainda apoia uma ampla gama de projetos sociais".
8. A Fifa é responsável pelas remoções de famílias
"A Fifa  nunca exigiu qualquer desses despejos", diz a entidade, que ainda afirma ter recebido por escrito do governo federal e das cidades-sede que ninguém teria que ser expulso ou removido para a construção ou reforma dos 12 estádios.
9. A Fifa expulsou os ambulantes da rua para dar exclusividade a seus patrocinadores
A Fifa nega a acusação de que estaria expulsando os vendedores ambulantes das áreas no entorno dos estádios. "Pelo contrário, a Fifa trabalha duro para assegurar que os comerciantes de rua façam parte da Copa do Mundo. No ambiente do estádio, no entanto, preocupações com a segurança implicam que só pessoas com ingressos ou credenciais possam entrar", explica.
"Na maioria das cidades-sede, os comerciantes de rua que já estavam trabalhando em torno dos estádios foram registrados e, portanto, poderão trabalhar perto dos estádios e das Fan Fests durante a Copa do Mundo", diz a entidade.

Assista em tela cheia, com fone e tente não se arrepiar

Senna, seu filho da puta
Essa manhã fria de feriado tem cheiro de domingo. Domingo daqueles nos quais sentava ao lado de meu velho no sofá, aguardando ansioso pelos ruídos de bestas motorizadas. Na época não me dava conta, mas estava assistindo a história ser feita diante de meus olhos.
Mais que ver pontos sendo ganhos, me sentia um molecote na garupa de alguém que guiava pela vitória:
Link YouTube | Sir Jackie Stewart, tricampeão da F1, leva uma cortada ao entrevistar Senna
F1 nunca foi esporte pra torcer por equipes, ao menos pra mim. Torcia pros pilotos, torcia pro Senna. Suas corridas tinham dois narradores: um patriota e histérico Galvão Bueno de quem eu gostava muito pela empolgação; e meu pai. Um e outro ponderavam pontos das disputas, me fazendo sentir em meio a uma perigosíssima e arriscada aventura no asfalto.
No cockpit, Ayrton corria pelo impossível.

Cinco dicas para sair do ciclismo de passeio e entrar no ciclismo de performance

No ano passado eu comecei a correr. Coisinha pouca, mas comecei bem e feliz e empolgado porque tinha uma equipe bem boa me auxiliando logo nas pequenas coisas.
Começar a fazer um esporte ou se aprofundar nessa prática física requer essa noção de detalhes. No meu caso, começar a correr fez com que eu reparasse no meu jeito de correr, em como minha passada estava larga e isso me consumia muito mais energia, em como a maneira com que meu pé batia torno no chão me daria dores na canela (as famosas canelites, pesadelo de qualquer um que corre), em como isso afetaria, em médio e longo prazo, meus joelhos e quadris, como eu colocava meu tórax muito pra trás e também me gastava uma energia absurda e alocava todo o peso nas costas e não equilibrando entre os músculos de trás e os abdominais.
Em suma. Sem dicas aparentemente pequenas e bobas, eu ia perder o interesse em correr rapidinho, porque pequenas dores e cansaço antes da hora só me trariam frustrações.
Por isso acho importantíssimo passar esse tipo de informação para frente sempre que encontro.
Na semana passada, a ciclista profissional e colunista da Go Outside, Gisele Gasparotto, publicou um texto com dicas para quem está pensando em sair do ciclismo de passeio ou recreação e começar a andar de bike buscando performance, uma atividade mais pró. São cinco dicas bem interessante que, por menores que possam parecer, vão ajudar pra caramba e eliminar alguns pequenos desapontamentos:
Harlem Skyscraper Cycling, a mais antiga corrida de bicicleta realizada em Nova York (Foto: NY Times)
Harlem Skyscraper Cycling, a mais antiga corrida de bicicleta realizada em Nova York (Foto: NY Times)

Depilar ou não depilar?

Esse assunto é muito polêmico, especialmente para os homens. Muitos não entendem a razão e acham que depilar é coisa de “metrossexual”. Particularmente eu não gosto de pelos.

Abaixo futebol

Brasileiro gosta mesmo é de criket

Está na Folha: "Aprovação à Copa do Mundo é a menor em cinco anos".
E eu como sou LOUCO POR FUTEBOL fiquei preocupado com esta "pesquisa". E fiquei me perguntando o seguinte: porque a Seleção Canarinha, que tanto lucro já deu à Rede Globo de televisão e tantas alegrias deu ao povo brasileiro, de repente não contagia nem mesmo os 90 milhões da musiquinha (no sentido carinhoso da palavra) gravada pelos Incríveis, e de autoria de Miguel Gustavo? A música diz assim:
Noventa milhões em ação
Pra frente Brasil, no meu coração
Todos juntos, vamos pra frente Brasil
Salve a seleção!!!
De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão!
Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração!
Todos juntos vamos pra frente Brasil!
Salve a seleção!
Todos juntos vamos pra frente Brasil!
Salve a seleção!
Gol!

Somos milhões em ação (agora, somos quase 200 milhões, grifo meu)
Pra frente Brasil, no meu coração
Todos juntos, vamos pra frente Brasil
Salve a seleção!!!
De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão!
Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração!
Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil!
Salve a seleção!
Todos juntos vamos pra frente Brasil, Brasil!
Salve a seleção!
Salve a seleção!
Salve a seleção!
Salve a seleção!

Quem não se lembra desta música tocada centenas de vezes durante as transmissões dos jogos da nossa querida Seleção? Até o gato que eu criava na época aprendeu a assobiá-la.
Quer dizer então que o brasileiro em 2014 vai deixar a Seleção à beira da estrada, é? Tá tudo muito estranho!
A Rede Globo, por exemplo, quer faturar montanhas de dinheiro com a Copa do Mundo de 2014, mas ao mesmo tempo quer usar a Copa pra ferrar a reeleição da Dilma. E, naturalmente, torce CONTRA a Seleção. O ideal  para a Globo seria que o Brasil chegasse a final, mas perdesse  por 2 x 1 para o outro time finalista, como aconteceu naquele fatídico 16 de julho de 1950, quando o Brasil perdeu para o Uruguai por 2 x 1 no Maracanã. Sem dúvida eles estão torcendo para que isto aconteça novamente.
Por todas essas coisas estranhas que estão acontecendo neste Brasil de 2014 é que eu cheguei à conclusão de que o brasileiro não gosta mais de futebol, e que o Brasil está sendo invadido pelo CRICKET.
E enquanto a Folha não contrata alguns treinadores para ensinar à classe média paulista este fascinante jogo (o CRICKET), que também nasceu na Inglaterra, segue as primeiras explicações sobre ele:
Jogam onze (que coincidência!) de cada lado, num campo sem dimensões fixas, mas sempre muito amplo. Os movimentos principais passam-se numa faixa retangular de 20,1 metros de comprimento, no centro do campo, onde a bola (de cortiça e couro) chega a voar 150 km/h. Ela é lançada pelo arremessador contra o alvo do adversário (três varetas fincadas no solo, chamadas stumps, cujo conjunto é conhecido como wicket), defendido pelo rebatedor.
Veja maiores explicações na Wikipédia ou nas próximas edições da Folha de São Paulo online. De agora em diante, quem estiver por fora do CRICKET vai ser considerado démodé.
do Louco por futebol

Os bóias-frias do futebol

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A Pública visitou o universo dos pequenos times e dos jogadores profissionais desempregados e subempregados que o Bom Senso F.C denuncia. Abuso é pouco, constatou.
Terça-feira de manhã, céu nublado, aquele “chove-não-chove” no ar. A reportagem da Pública está em Mauá, município da Grande São Paulo, para acompanhar um jogo de futebol sem torcida, estrelado pelo Grêmio Esportivo Mauaense, da Segunda Divisão do Campeonato Paulista, abaixo da Série A3.
Com o objetivo de montar uma equipe para o próximo campeonato do primeiro degrau do futebol profissional, os jogadores de Mauá enfrentam um time de jogadores ainda mais frágeis: o dos desempregados, reunidos em uma equipe montada pelo Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo (SAPESP) para que eles possam manter a forma enquanto não voltam a jogar profissionalmente.
Ali não há fotógrafos, jornalistas, símbolos das federações, placas de publicidade. Ninguém está nas arquibancadas para vibrar pelas jogadas no campo deteriorado, cheio de entulho. Dois cachorrinhos brincam no fundo do “campo” do Estádio Pedro Benedetti, municipal, que fica escondido atrás de um distrito da Polícia Militar.
Mas não falta emoção em um jogo em que cada um luta por um lugar ao sol, pela remota chance de realizar o sonho de se tornar, ou continuar a ser, um jogador profissional de futebol. A Pública acompanhou a partida, vencida por 3 a 2 pelo Mauaense, assistiu a ótimas jogadas e ao golaço de Jorge, o craque do time vencedor, do lugar do quarto árbitro – privilegiadíssima posição em um estádio “de verdade”- e, como faziam os jornalistas esportivos de outros tempos, desceu aos vestiários para entrevistar os jogadores.
Não estávamos ali para fazer uma crônica da partida, mas para saber como é a realidade dos jogadores da base da pirâmide do negócio futebol. Saber o que esperam aqueles que não ganham salários milionários, não saem em capas de revista, nem vendem milhões de camisas com seus nomes estampados, cuja existência era ignorada pela mídia até recentemente, quando o movimento Bom Senso F.C – formado por atletas da Série A e B do Campeonato Brasileiro – girou os holofotes dos bons gramados para iluminar a dura realidade do mercado de trabalho de futebol brasileiro em que campinhos como o de Mauá e o desemprego como os atletas da equipe da SAPESP são bem mais numerosos que as camisas do times de elite.
A maioria dos garotos que encontramos nos chuveiros têm por volta de 20, 21 anos, “velhos” para iniciar a carreira no futebol, e estão longe de obter um contrato para valer em um clube profissional. Mas não desistiram do sonho como diz o meia-atacante Eddy Rocha, um baiano de 21 anos, da equipe da SAPESP: “Me indicaram pro time do sindicato aí e eu tô aqui agora, mantendo a forma pra me empregar”, diz.

Lobby descarado

A reporcagem/entrevi$ta no E$porte E$petacular de hoje com Kaká, tendo como âncora Galvão Bueno, bateu todos os record$ de descaração.
Portanto, para não perder tempo, pergunto:
Quanto os patrocinadores dessa imoralidade ganharão - principalmente por debaixo dos panos -, "naquele" esquema de soneganação que só a Globo e todas grandes corporações sabem fazer?
Eu não tenho nem ideia.
Você tem?...

Garoto tem que jogar futebol para ser feliz

O povo dizendo que todo garoto tem que jogar futebol para ter infância. 
Cada um faz o que gosta. 
E quem falou que criança de antigamente era mais feliz? 
Falsos politicamente corretos. 
Meu filho ama vídeo Game, é de sua geração. 
Nossa geração passou, foi nossa e não deles e sou da geração antiga e nem por isso acho que as coisas de antigamente eram melhores. 
Cada um no seu quadrado. 
Meu filho não curte futebol, mas pratica outros esportes. 
Deixa eles com seus vídeos games, faz parte. 
O importante é saber dosar, não deixar os passeios, os amigos lá fora, os esportes e os estudos para ficar trancado com o vídeo Game, a culpa não é do Game, e sim da falta de regras. 
Aqui dá super certo.
da lavra de Mary Fontela

Café com a Presidenta

No programa hoje segunda-feira (5), a presidenta Dilma Rousseff falou sobre o investimento no esporte de alto rendimento, com o anúncio das primeiras 44 bolsas Atleta Pódio para atletas paraolímpicos. Dilma comemorou o desempenho dos paratletas no Mundial de Atletismo da França, em que os brasileiros conquistaram 40 medalhas, sendo 16 de ouro. Ao todo, serão contemplados 160 esportistas mais bem colocados em suas categorias no mundo.
“O país tem que trabalhar com metas e queremos estar entre os cinco melhores países do mundo no quadro de medalhas da Paraolimpíada e entre os dez primeiros na Olimpíada de 2016. (…) Para alcançar esse resultado, precisamos apoiar nossos atletas e oferecer a eles as melhores condições de treinamento. Foi para isso que lançamos o Plano Brasil Medalhas. O nosso esforço é para investir na formação dos nossos atletas, dos nossos profissionais, dos técnicos, e assim, incrementar o esporte brasileiro e garantir o melhor legado para os brasileiros e as brasileiras. Eu tenho certeza que nosso país terá um desempenho impressionante, não só dentro, mas também fora das quadras em 2016. Vamos mostrar ao mundo um Brasil de inclusão, de oportunidade e desenvolvimento. Um Brasil que forma atletas de excelência, exemplos de garra, esforço e superação, que enchem nós todos de orgulho”, destacou Dilma.
Confira a íntegra

O futebol brasileiro e os carrapatos neoliberais

O futebol dos clubes brasileiros hoje, de alto a baixo, é o de pior qualidade de todos os tempos. Não à toa, a seleção é quase toda de jogadores que atuam fora do país. Não escapa um clube. No máximo, algum vive uma fase boa. No geral, a mediocridade tomou conta, desde que o neoliberalismo invadiu todos os poros do país. Em outras áreas, o Brasil conseguiu sacudir esses parasitas, os neoliberais. No futebol, eles estão mais grudados do que carrapatos. Os clubes hoje servem, em primeiro lugar, para engordar esses parasitas.

Bolsa Atleta Pódio contribuirá para mais medalhas de ouro em 2016

Os paratletas que conquistaram o terceiro lugar no Mundial Paraolímpico de Atletismo, em Lyon, na França, foram homenageados, nesta sexta-feira (2), no Palácio do Planalto, pela presidenta Dilma Rousseff. E o reconhecimento foi além. Foram os primeiros atletas a receber a notícia de que terão benefício do programa Bolsa-Atleta Pódio, que faz parte do Plano Brasil Medalhas.
“A gente teve todos esses resultados, imagina agora com mais investimento, o Ministério dos Esportes investindo nos atletas paraolímpicos e nos atletas olímpicos para que a gente possa ter maiores rendimentos nas próximas competições”, afirmou Alan Fonteles, ganhador de três ouros, sendo um deles quebrando o recorde mundial nos 200m T43.
“Sem dúvida que vai trazer uma segurança financeira e uma estabilidade para um momento tão especial do esporte, onde a gente vai ter a Olimpíada e a Paraolimpíada aqui no nosso país, saber que a gente tem um governo que valoriza, respeita e reconhece o nosso trabalho”, adicionou a velocista Terezinha Guilhermina, ganhadora de três medalhas de ouro.
Já Yohansson do Nascimento, que ganhou uma medalha de ouro ao quebrar o recorde mundial nos 200m T46, garante que a Bolsa é um marco no esporte paraolímpico.
“Nunca foi investido tanto na nossa modalidade. Fico muito feliz de poder estar sendo contemplado com esse projeto. E não tenho dúvida que, depois do lançamento aqui, os nossos resultados só tendem a melhorar. E esperar em 2016 que eu esteja representando muito bem nosso país e, se Deus quiser, com uma medalha de ouro”, disse.

Crônica dominical de Luiz Fernando Veríssimo


O baseball é aquele esporte em que os jogadores passam mais tempo ajustando o boné do que jogando. E o críquete consegue ser ainda mais chato. Claro, esta é a opinião de um preconceituoso assumido, que prefere a plasticidade e a ação contínua do futebol.
E, mesmo sendo jogos aborrecidos, o baseball e o críquete têm histórias curiosas, num contexto que tem menos a ver com esporte do que com política, imperialismo e os paradoxos do colonialismo cultural.
 Os dois países americanos em que o baseball é mais popular, além dos Estados Unidos, são Cuba e Venezuela. Fidel foi jogador de baseball, Chávez não sei se jogou, mas era fã. Nos dois países mais anti-Estados Unidos da região, o esporte nacional é o mais típico dos esportes dos Estados Unidos.
É verdade que o gosto pelo baseball antecede os acidentes históricos que deram no antagonismo de hoje. O baseball de Cuba teve origem na ocupação do país pelos americanos no fim do século dezenove.
Sobreviveu ao fim da ocupação e, mais tarde, ao fim da influência americana, com a expulsão de Batista e a ascensão de Fidel.
O baseball cubano nunca ligou para a História. Na Venezuela não houve ocupação americana, mas houve anos de intenso colonialismo cultural numa elite e numa classe média voltadas para exemplos e hábitos americanos, parte da mentalidade desafiada pelo bolivarismo chavista. Mas a popularidade do baseball permaneceu intocada. Bolívar, presume-se, também seria fã.
O críquete e o futebol são — simplificando — os esportes da aristocracia e do proletariado inglês. Era de se esperar que em todo o “commonwealth” que restou do imperialismo britânico o críquete fosse execrado como símbolo da presença imperial e da prepotência do homem branco. Mas por toda a Ásia e a Oceania, até em lugares em que o império nunca esteve, o críquete é popular.
Seus melhores jogadores são ídolos nacionais. Suas regras e excentricidades, como partidas que duram uma tarde inteira com intervalo para o chá, são as mesmas da ex-metrópole. E os times do ex-império constantemente humilham times ingleses, e ninguém chama de vingança. Vá entender.

A moleza acabou no Flamengo


A nova diretoria que tomou posse no início do ano está impondo uma série de regras ao elenco, a fim de implementar uma nova postura durante os trabalhos. Agora, por exemplo, empresários e assessores de jogadores não poderão entrar no clube para acompanhar os treinos.
A intenção é fazer com que as dependências sejam frequentadas apenas por aqueles que estiverem trabalhando no clube. Nem mesmo ex-atletas do Flamengo ou ex-funcionários terão o acesso liberado. Aconteceu recentemente com Nunes, campeão mundial pelo Rubro-Negro, que foi barrado na entrada do Ninho do Urubu.
O aviso da mudança foi dado na semana passada pelo diretor executivo Paulo Pelaipe, que conta com total apoio do vice de futebol, Wallim Vasconcellos. Assim, jogador que chegar acompanhado ao treinamento entra, mas a companhia fica do lado de fora. Independentemente de ser familiar ou amigo.

MMA: Esporte ou barbárie?

O problema é que tem muita gente falando sobre um assunto que não é de sua alçada. 
  • Quem define o que é esporte? 
  • Quem define o que é violento? 
  • Quem compara lutadores de MMA, com gladiadores do Coliseu? 
A verdade é o seguinte, lutadores de MMA, são atletas pagos (Alguns muito bem pagos...), bem diferente dos escravos do Coliseu. Que realizam lutas de MMA, após rigorosos treinamentos atléticos e atitudinais, espontaneamente  e não obrigados, como era o caso dos gladiadores. 

A Luta Esportiva, está relacionada ao desenvolvimento máximo de um atleta, para uma situação real de luta! Para isso foram desenvolvidas lutas milenares e culturais, pelos homens de diversas civilizações: Jiu Jitsu, Muay Thay, Judo, Karate, Boxe, Luta Livre, Savate; e muitas outras. 

Para os amantes da Luta Esportiva, essas lutas não são violentas, e muito pelo contrário, auxiliam na formação moral e física de seus praticantes. É fato, que grandes faixas pretas das artes marciais, são grandes exemplos de cidadania e ética em seus contextos sociais. 

Campeonatos destas artes marciais, estão longe de serem palco de barbárie.